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Emprego na indústria diminui 2,3% em Outubro

O emprego na indústria diminuiu 2,3% em Outubro, face a igual período do ano anterior, tendo o volume de trabalho deslizado 9% no sector, revelou hoje o Instituto Nacional de Estatística, acrescentando que as remunerações apresentaram uma variação homólog

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 06 de Dezembro de 2004 às 11:18
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O emprego na indústria diminuiu 2,3% em Outubro, face a igual período do ano anterior, tendo o volume de trabalho deslizado 9% no sector, revelou hoje o Instituto Nacional de Estatística, acrescentando que as remunerações apresentaram uma variação homóloga negativa de 0,4%.

Segundo a mesma fonte, em relação ao emprego, com excepção do agrupamento de «Bens de Investimento» – que registou uma quebra de 3,8% (mais intensa em 0,9 pontos percentuais pontos percentuais face a Setembro) – todos os restantes agrupamentos «tiveram comportamentos relativamente estáveis em relação ao mês homólogo».

Face ao mês anterior, o emprego diminuiu 0,3% «tal como já acontecera em Setembro. A variação média nos últimos 12 meses «manteve-se negativa» – diminuindo 3,1% em termos homólogos – «mantendo-se a lenta recuperação» iniciada em Janeiro deste ano, refere o comunicado.

Horas trabalhadas caem 9% e remunerações diminuem 0,4% na indústria

As horas trabalhadas caíram 9% em termos homólogos influenciadas pelo menor número de dias úteis do mês de Outubro de 2004. O agrupamento que apresentou uma variação negativa mais intensa foi o de «Energia», com uma redução de 15,7%. Face ao mês anterior o volume de trabalho na indústria registou um decréscimo de 1,3%, tendo também a variação média nos últimos 12 meses sofrido uma quebra de 0,3 pontos percentuais face à observada em Setembro com uma redução de 3,1%.

As remunerações efectivamente pagas na indústria apresentaram uma redução de 0,4% em Outubro face a igual mês de 2003, tendo o agrupamento de «Energia», com uma diminuição de 12,4%, registado, pelo terceiro mês consecutivo, «a variação homóloga negativa de maior intensidade, ainda que a quebra tenha sido menos acentuada do que no mês anterior», explica a mesma fonte acrescentando que todos os restantes agrupamentos apresentaram variações homólogas inferiores às registadas em Setembro.

Em relação ao mês anterior as remunerações deslizaram 0,2%, o que representa uma variação de mais 3,6 pontos percentuais face a Setembro. A variação média nos últimos 12 meses foi negativa de 0,3%.

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