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Emprego nos serviços diminui em Março; remunerações sobem

O índice do emprego no sector dos serviços caiu, em termos homólogos, 1,2% em Março tendo recuperado, no entanto, do mínimo atingido em Fevereiro, segundo dados avançados pelo INE. As remunerações evoluíram inversamente, subindo 1,4%.

Ricardo Domingos rdomingos1@gmail.com 26 de Maio de 2003 às 11:07
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O índice do emprego no sector dos serviços caiu 1,2% em Março tendo recuperado, no entanto, do mínimo atingido no mês de Fevereiro, segundo dados avançados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). As remunerações evoluíram no sentido inverso, tendo subido 1,4%.

O índice de emprego nos serviços atingiu os 101,8 pontos, acima do mínimo dos últimos doze meses de 101,5 pontos registado em Fevereiro, revela o INE. Em termos mensais, o emprego nos serviços registou um crescimento de 0,3%.

O sub-sector mais afectado foi o das «actividades anexas e auxiliares dos transportes; actividades de viagem e turismo», que registou uma quebra homóloga de 7,1%. A actividade de «transportes terrestres; transportes por oleodutos ou gasodutos» foi a que sofreu a segunda maior queda, ao descer 3,1% face a Março de 2002.

Remunerações aumentam

As remunerações no sector dos serviços aumentaram 1,4% em termos homólogos no mês de Março, enquanto, em termos mensais, cresceram 0,7%. O índice para as remunerações registou uma leitura de 110,2 pontos, contra os 109,5 pontos de Fevereiro.

A subida homóloga foi liderada pela divisão «comércio por grosso e a retalho; reparação de veículos automóveis, motociclos e de bens de uso pessoal e doméstico», que denotou uma progressão de 5,2%.

A maior queda verificou-se nas «actividades anexas e auxiliares dos transportes; actividades de viagem e de turismo», que desceu 7,5% em termos homólogos.

Horas trabalhadas nos serviços diminuem

O volume de trabalho nos serviços recuou 2% face a Março do ano passado, com as divisões de «transportes por água» a liderar as quedas, ao descer 7,2%. As «actividades anexas e auxiliares de viagem e de turismo» registaram uma quebra homóloga de 6,5%.

As variações positivas em termos homólogos verificaram-se apenas nas divisões de «correios e telecomunicações», que avançou 0,7%, e de «alojamento e restauração», que progrediu 0,5%.

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