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Emprego nos serviços recua em Maio

O emprego nos serviços caiu 1,2% em Maio face ao mesmo período do ano passado. Já as horas trabalhadas cresceram, enquanto que as remunerações desceram.

Negócios negocios@negocios.pt 11 de Julho de 2006 às 11:57
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O emprego nos serviços caiu 1,2% em Maio face ao mesmo período do ano passado. Já as horas trabalhadas cresceram, enquanto que as remunerações desceram.

Em Maio, quando comparado com o período homólogo do ano anterior, o emprego nos serviços registou uma quebra de 1,2%, mais intensa em 0,4 pontos percentuais (p.p.) do que a registada no mês anterior. Este andamento resultou dos comportamentos observados em quase todas as secções que integram o índice agregado, de acordo com o Instituto Nacional de Estatísticas (INE).

Face a Abril, o emprego nos serviços apresentou uma taxa de variação de 0,1%, inferior em 0,7 p.p relativamente ao observado no mês anterior. A variação média nos últimos 12 meses situou-se em 1,2%, atenuando em 0,1 p.p. a tendência descendente observada desde Novembro de 2005.

No que respeita às remunerações, estas diminuíram 0,6%, recuperando 1,4 p.p. face à variação do mês anterior, face ao mesmo período do ano passado.

A variação mensal do índice geral das remunerações foi de 2,5%, quando em Abril se registara uma variação negativa de 0,4%. A variação média nos últimos 12 meses foi de 0,3% negativos, inferior em 0,1 p.p. ao registado no mês anterior, mantendo o perfil descendente que se tem verificado desde Maio de 2005, segundo o INE.

Em Maio, quando comparado com o mesmo mês do ano anterior, o volume de trabalho nos serviços subiu 0,5%, melhorando 5,1 p.p. face à variação do mês anterior. Este comportamento foi comum a todas as secções que integram o índice total, e esteve associado ao maior número de dias úteis de Maio 2006 face ao mês homólogo.

Comparativamente ao mês anterior e dado o maior número de dias úteis em Maio, o volume de trabalho nos serviços registou uma subida de 7,6%, em resultado das variações positivas observadas em todas as secções que integram o índice total. A variação a média nos últimos 12 meses foi de 1,5% negativos, recuperando 0,3 p.p. face à observada no mês anterior, de acordo com o INE.

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