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Empresários cristãos optimistas em relação a 2007

A economia portuguesa teve um desempenho positivo em 2006, de acordo com a maioria dos empresários e gestores da Associação Cristã de Empresários e Gestores. Os associados da ACEGE revelam-se optimistas em relação a 2007 e acreditam que o negócio das suas

Ana Luísa Marques anamarques@negocios.pt 22 de Dezembro de 2006 às 12:28
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A economia portuguesa teve um desempenho positivo em 2006, de acordo com a maioria dos empresários e gestores da Associação Cristã de Empresários e Gestores. Os associados da ACEGE revelam-se optimistas em relação a 2007 e acreditam que o negócio das suas empresas vai ter um desempenho razoável.

O estudo mensal da ACEGE, revela que 56% dos seus associados acredita que o ano de 2007 vai ser razoável em termos económicos. Cerca de 44% espera que o negócio das suas empresas evolua razoavelmente e 42% prevê uma subida acima da média.

Dos 386 membros inquiridos, cerca de 48% admitem que, em 2006, o desempenho da economia portuguesa foi razoável e 31% consideram que foi medíocre. A maioria fez um balanço positivo da actuação dos principais órgãos de soberania e instituições.

Em relação ao Governo, 44% dos empresários cristãos considera que o seu desempenho foi bom e 43% revela que foi sofrível. No caso da Assembleia da República, metade dos membros da ACEGE avaliam o seu desempenho como sofrível. O desempenho da Procuradoria-geral da República também foi considerado sofrível por 61%.

Cerca de 62% considera positivo o desempenho da Comissão de Mercado de Valores Mobiliários e 47% avalia o desempenho da Autoridade da Concorrência como sofrível.

O Banco de Portugal e a Associação Portuguesa de Bancos também receberam nota positiva de 44 e 45% dos membros, respectivamente.

No caso da Comissão Europeia, 53% avalia a sua actuação como acima da média.

Belmiro de Azevedo em destaque

Para 18% dos empresário da ACEGE, Belmiro de Azevedo destacou-se no universo dos negócios em Portugal. O presidente do grupo Sonae foi considerado o empresário do ano. Em segundo e terceiro lugar, respectivamente, ficaram António Câmara, fundador e presidente-executivo da YDreams, e Fernando Pinto, administrador da TAP.

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