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Empresas cortam na publicidade em Julho

A queda é relativa tanto a Junho como ao intervalo homólogo, num mês em que a L’Oreal foi quem mais investiu em publicidade no país.

Diogo Cavaleiro diogocavaleiro@negocios.pt 25 de Agosto de 2010 às 11:41
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Em Julho, os anunciantes portugueses colocaram 2,6 milhões de inserções publicitárias nos principais meios de comunicação. O número representa uma queda de 2,7% em relação a Julho de 2009 e de 4,2% quando comparado com o de Junho embora, mesmo assim, seja o terceiro mês com maior incidência de anúncios publicitários em 2010, segundo os dados da Media Monitor, da Marktest.

O anunciante que mais contribuiu para este valor foi a L’Oreal, que aumentou a sua quota de mercado de 2,5% em Junho para 6,3% no mês seguinte, subindo do 4º para o 1º lugar da tabela. A empresa de cosméticos volta assim a liderar a lista de anunciantes, como já tinha feito em Maio.

O segundo lugar pertence ao Modelo Continente Hipermercados que, no mês passado, encabeçava o ranking ao contar com uma quota de 4,5%, para agora registar menos quatro décimas, nos 4,1%. Ainda no pódio está a Procter & Gamble que ocupa 3,9% do mercado.

De acordo com a Marktest, os 20 maiores anunciantes contam para quase metade do valor publicitário no mês em análise, num valor perto de 46,6%.

Já em relação aos meios privilegiados, a televisão continua a ocupar a maior parte dos orçamentos publicitários dos principais anunciantes, com 88,6% do total do investimento. A imprensa recebe 5,9% da atenção orçamental publicitária das empresas, enquanto os “outdoors” se ficam pelos 3,9% e a rádio por 1%.

Televisão ganha quota na repartição de investimento desde 2009

Analisando o período entre Janeiro e Julho de 2010, a televisão é a grande protagonista com 74,8% de quota do total investido. A imprensa representa 14,8% enquanto os “outdoors” contam para 5,9% do investimento total. A rádio fica-se pelos 4,1% enquanto o cinema pelos 0,4%.

Comparando com o mesmo período de 2009, a televisão ganhou espaço, pois estava nos 72,8% enquanto a imprensa perdeu quota de mercado ao descer 1% em um ano.

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