Economia Estado contrata mais 63 guarda-costas para proteger ministros e juízes

Estado contrata mais 63 guarda-costas para proteger ministros e juízes

O agravamento da tensão social nos últimos anos obrigou a abrir um processo de recrutamento para este corpo de elite da PSP, avança o DN. O Governador do Banco de Portugal também tem protecção permanente.
Estado contrata mais 63 guarda-costas para proteger ministros e juízes
Bruno Simão
Negócios 08 de setembro de 2014 às 09:22

O Corpo de Segurança Pessoal (CSP) da PSP abriu um novo curso para admitir mais 63 elementos para esta unidade de elite que protege os membros dos órgãos de soberania e outras personalidades nacionais e internacionais que visitam o País. A tensão social gerada pela crise económica tornou insuficiente a equipa actualmente constituída por 380 guarda-costas.

 

Só para Aníbal Cavaco Silva, Pedro Passos Coelho e Paulo Portas são necessários 63 elementos, sendo que os ministros e magistrados "absorvem" mais de duas centenas de elementos deste corpo de elite. Os números são avançados esta segunda-feira, 8 de Setembro, pelo Diário de Notícias, que indica que o recrutamento destina-se a cinco lugares de subcomissário, oito de chefe e 50 de agentes.

 

O CSP da PSP já tinha sido reforçado há dois anos com 60 elementos, mas fontes sindicais da polícia indicaram ao mesmo jornal que a maior turbulência social, impulsionada sobretudo pelo agravamento das medidas de austeridade, tornou curta o actual efectivo.

 

Além dos membros do Governo, da Presidência da República e do procurador-geral da República, também o presidente do Tribunal Constitucional, o governador do Banco de Portugal ou os embaixadores da Turquia, Estados Unidos e Israel em Lisboa têm protecção assegurada por esta equipa, cujos elementos masculinos têm de ter, no mínimo, 1,70 metros de altura e 65 quilos de peso.




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