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Estado deve ser "um elemento pivô" numa acção de protecção social

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, considerou hoje, em Borba, que o Estado deve ser "um elemento pivô numa acção de protecção social", durante o período em que a economia "nos permita voltar a crescer".

Lusa 16 de Julho de 2012 às 14:40
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"Em momentos de crise económica e social, os que estão em condições de maior vulnerabilidade são sempre mais duramente atingidos", reconheceu.

Pedro Passos Coelho falava na cerimónia de lançamento da primeira pedra de um centro de deficientes profundos, da União das Misericórdias Portuguesas (UMP), tendo-se no final escusado a responder a questões dos jornalistas.

O Governo, desde a primeira hora, segundo Passos Coelho, "colocou uma relevância muito grande em toda a intervenção social".

"Precisamos, em tempo de crise, de ter respostas práticas para aqueles que mais sofrem", acrescentou, tendo ainda destacado a necessidade de ter em execução o plano de emergência social.

O chefe do executivo aproveitou para elogiar o "trabalho social extraordinário" que as misericórdias, no seu conjunto, vem fazendo e o enquadramento que a UMP "tem vindo a dar, que é crucial".

Passos Coelho indicou que a obra hoje assinalada no concelho de Borba tem que ver com o nível de pessoas desprotegidas a "um grau ainda maior, as pessoas que têm deficiência profunda", que "só conseguem encontrar respostas adequadas junto do sector social, respostas humanizadas e especializadas".

"Os cidadãos que têm deficiência são cidadãos que têm direitos constitucionais como todos os outros, mesmo que não tenham a possibilidade de se bater por eles, de se organizarem e de bastarem a si próprios", disse.

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