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Euro sobe após défice comercial dos EUA aumentar em Agosto

O euro valorizava face ao dólar, depois dos Estados Unidos da América terem divulgado que o seu défice comercial atingiu, em Agosto, o segundo valor mais elevado de sempre.

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 14 de Outubro de 2004 às 15:20
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O euro valorizava face ao dólar, depois dos Estados Unidos da América terem divulgado que o seu défice comercial atingiu, em Agosto, o segundo valor mais elevado de sempre.

Contra a moeda norte-americana, o euro avançava 0,19% para os 1,2371 dólares.

O défice comercial dos EUA cresceu para 54 mil milhões de dólares (43,75 mil milhões de euros), em Agosto, o segundo maior valor da sua história, com as importações do petróleo a atingirem os níveis mais elevados de sempre e as exportações a caírem.

O défice da balança comercial cresceu 6,9% face a 50,5 mil milhões de dólares (40,91 mil milhões de euros) atingidos no mês de Julho. O valor recorde foi atingido no mês de Junho, altura em que alcançou os 55 mil milhões de dólares (44,55 mil milhões de euros).

Hoje foi também revelado, pelo Departamento do Trabalho daquele país, que o número de pedidos iniciais de subsídios ao desemprego aumentou em 15 mil novos registos, para 352 mil na semana que terminou a 9 de Outubro.

Tendo por base uma leitura inicial de 335 mil novos pedidos de subsídio ao desemprego referentes aos sete dias imediatamente antecedentes, os analistas consultados pela Bloomberg aguardavam que os mesmos ascendessem a 340 mil na semana passada.

Para além destes dados, o mesmo Departamento divulgou hoje que os preços dos bens importados para os Estados Unidos da América aumentaram pelo terceiro mês consecutivo em Setembro, impulsionados pela valorização do petróleo, dos bens alimentares e de materiais para a indústria.

No mês em análise, o ganho foi de 0,2% no índice de preços nas importações nos EUA, depois de ter sido de 1,4% em Agosto. O índice está acima de 7,8% no acumulado dos últimos 12 meses.

Os economistas consultados pela agência noticiosa norte-americana esperavam que este índice aumentasse 0,5% em Setembro.

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