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"Falta de informação" leva INE a adiar uma semana divulgação do défice de 2015

"Dado não estar disponível toda a informação necessária", segundo indica o INE na sua página na internet, o instituto adiou para 31 de Março a divulgação dos dados. As Finanças ainda não esclareceram o que está em falta.

Mário Centeno - Finanças: O coordenador do programa eleitoral do PS, quadro do Banco de Portugal, onde foi vice-director de Departamento de Investigação, mantém a tradição de elevada notoriedade para os ministros das Finanças e é mesmo aquele de que os portugueses mais se lembram em primeiro lugar (22,6%). Colocando numa balança as notas que foram atribuídas na sondagem a este doutorado em Harvard, conclui-se que é considerado o melhor ministro (15,9%), embora também seja o segundo com pior avaliação (9,6%).
Bruno simão
Lusa 24 de Março de 2016 às 10:22
O Instituto Nacional de Estatística (INE) adiou por uma semana a divulgação da primeira notificação do Procedimento dos Défices Excessivos (PDE), em que calcula o valor do défice orçamental de 2015, em contas nacionais.

O INE tinha previsto enviar esta quinta-feira, 24 de Março, esta primeira notificação do PDE, na qual reporta a Bruxelas o primeiro apuramento do saldo orçamental registado no ano de 2015, mas acabou por ser adiada para 31 de Março "dado não estar disponível toda a informação necessária", segundo indica o INE na sua página na internet.

A Lusa tentou contactar fonte do Ministério das Finanças, que é a entidade responsável pela disponibilização da informação relevante ao INE, mas até ao momento ainda não foi possível obter esclarecimentos sobre qual a informação que está em falta.

O Governo tinha indicado, no relatório do Orçamento do Estado para 2016, que o défice orçamental de 2015 deveria ter ficado nos 4,3%, acima dos 2,7% que o anterior governo tinha previsto, devido à medida de resolução aplicada ao Banif em Dezembro do ano passado.

Tanto o Conselho de Finanças Públicas (CFP) como a Unidade Técnica de Apoio Orçamental antecipam o défice tenha sido de 4,4% no conjunto de 2015, ficando acima do limite de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) definido pelas regras europeias, o que, a confirmar-se, manterá o país no Procedimento dos Défices Excessivos durante o ano de 2016.
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