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FBI acredita que círculo próximo de Trump esteve em contacto com russos

O FBI suspeita que pessoas do círculo próximo do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estiveram em contacto com os russos durante a passada campanha eleitoral na Casa Branca, noticiou na quarta-feira a CNN.

Logo após tomar posse, Trump assinou um decreto para criar o Dia Nacional do Patriotismo. Este acto oficial tramitou para o Senado e enquadra-se na sua promessa repetida de tornar, de novo, a 'América grandiosa'. A decisão causou confusão, na medida em que os EUA já têm um feriado com características idênticas, o Dia da Independência, que é comemorado a 4 de Julho.
reuters
Lusa 23 de Março de 2017 às 07:38
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Estes contactos, segundo a estação televisiva, que cita funcionários norte-americanos que falaram sob a condição de anonimato, "possivelmente" tiveram como objectivo coordenar a divulgação de informações para prejudicar a rival de Trump nas eleições, a candidata democrata Hillary Clinton.

O director do FBI, James Comey, compareceu na segunda-feira no Congresso, onde confirmou que a polícia federal norte-americana está a investigar a suposta ingerência do Kremlin nas eleições presidenciais, bem como os possíveis contactos entre o círculo de Trump e os russos.

"Isso inclui investigar a natureza de qualquer vínculo entre indivíduos associados com a campanha de Trump e o Governo russo, e se houve alguma coordenação entre a campanha e os esforços da Rússia", assinalou James Comey.

Segundo a CNN, o FBI suspeita que estes contactos tenham sucedido, apesar de tal não constituir uma informação "conclusiva" nesta fase da investigação.

O FBI continua a rever registos de viagens, informação dos serviços secretos, registos telefónicos e dados de reuniões.

Questionada pela CNN, a Casa Branca não quis comentar esta informação, embora na segunda-feira tenha negado a existência de provas da suposta conspiração eleitoral entre a campanha de Trump e o Kremlin.

O porta-voz da Casa Branca Sean Spicer salientou que investigar essa presumível conivência entre a equipa de Trump e a Rússia e "ter provas disso são duas coisas diferentes".
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