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Finanças detectam 900 milhões de euros em falta até Novembro

Nos primeiros onze meses do ano, a inspecção tributária detectou 912 milhões de euros de impostos em falta, um valor que cresce 18% em relação ao verificado no mesmo período do ano passado, e que fica a dever-se, maioritariamente, a acções de fiscalização

Elisabete Miranda elisabetemiranda@negocios.pt 14 de Dezembro de 2007 às 00:35
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Nos primeiros onze meses do ano, a inspecção tributária detectou 912 milhões de euros de impostos em falta, um valor que cresce 18% em relação ao verificado no mesmo período do ano passado, e que fica a dever-se, maioritariamente, a acções de fiscalização na área do IVA.

Contudo, apenas 28% deste valor deu directamente entrada nos cofres do Estado, através de regularizações voluntárias, revela um relatório da Inspecção Tributária.

O imposto indirecto continua a ser aquele onde o Fisco dá pela falta de mais dinheiro. Ao todo, entre Janeiro e Novembro, foram feitas correcções ao IVA no valor de 722 milhões de euros, mais 33% do que no ano passado. Os impostos indirectos estiveram, aliás, sob especial enfoque das Finanças, com o ISP (imposto sobre produtos petrolíferos) e outros a darem um salto de 236% no montante detectado em falta, para os 22 milhões de euros. Em sentido contrário, o IRC regista uma quebra de 19%, para os 112 milhões de euros, tal como o IRS (-36%, para os 56 milhões de euros).

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