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Finanças diz execução orçamental de Julho «em consonância» com objectivos do Orçamento de 2002

A execução orçamental de Julho, que determinou um agravamento no défice de 47,6% entre Janeiro a Julho, está em «consonância com os objectivos fixados no Orçamento de Estado para 2002», diz uma nota da Direcção Geral do Orçamento.

Bárbara Leite 16 de Agosto de 2002 às 16:16
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A execução orçamental de Julho, que determinou um agravamento no défice de 47,6% entre Janeiro a Julho, está em «consonância com os objectivos fixados no Orçamento de Estado para 2002», diz uma nota da Direcção Geral do Orçamento, que depende do Ministério das Finanças.

O Ministério liderado por Ferreira Leite avança que os dados relativos ao comportamento das despesas e das receitas do Estado foram em consonância com o estimado no Orçamento, sugerindo que não é necessário, até à data, um novo Orçamento Rectificativo.

Na edição de hoje, o «Diário Notícias» noticiava, citando José Medeiros, presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos, que «até ao final do ano será necessário, um segundo Orçamento Rectificativo».

O documento hoje divulgado pelo Ministério das Finanças realça que as receitas fiscais cresceram 6,6% entre Janeiro a Julho, face ao período homólogo do ano anterior, sem a inclusão do efeito do aumento da taxa máxima do Impostos sobre Valor Acrescentado (IVA) de 17% para 19%, o «que é compatível com os valores previstos no Orçamento para 2002».

As receitas totais totalizaram, no período em análise, 17,143 mil milhões de euros, mais 5,6% do que o registo em igual período em 2001.

No que respeita ao lado das despesas, o Estado gastou em Julho 21,75 mil milhões de euros, incluindo os efeitos dos pagamentos de despesas assumidas em anos anteriores.

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