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Finanças sublinham juros inferiores num leilão realizado em "condições difíceis"

O Ministério das Finanças diz que o leilão duplo de bilhetes do Tesouro correu "conforme planeado", "apesar das condições difíceis de mercado".

Finanças sublinham juros inferiores num leilão realizado em "condições difíceis"
Edgar Caetano edgarcaetano@negocios.pt 15 de Junho de 2011 às 12:54
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Portugal colocou esta manhã mil milhões de euros em dívida de curto prazo, pagando o mesmo juro implícito que a Grécia no leilão a seis meses: 4,964%. No leilão a três meses, os juros desceram ligeiramente para os 4,863%.

“Colocou-se o montante máximo anunciado, com procura significativa nos três e seis meses e a taxas inferiores aos últimos leilões realizados”, afirma o Ministério, em nota enviada à comunicação social.

“Apesar das condições difíceis de mercado, a operação foi realizada conforme planeado”, salienta.

O IGCP colocou a totalidade dos mil milhões de euros do montante indicativo, que era de 750 milhões a 1.000 milhões de euros. No entanto, a repartição entre as duas maturidades que foram a leilão não foi equilibrada. O Estado vendeu mais dívida a três meses (612 milhões) do que a seis meses (388 milhões de euros). Mesmo assim, a dívida a seis meses saiu com um custo semelhante ao que a Grécia pagou ontem por uma emissão com prazo semelhante.

Portugal vendeu os títulos com uma rentabilidade de 4,964%. Os títulos a três meses foram colocados com um custo implícito de 4,863%, bilhetes do Tesouro que se vencem em Setembro. O Estado emitiu há duas semanas dívida utilizando esta mesma linha com vencimento em Setembro (na altura era um prazo a três meses e meio), tendo pago uma taxa de 4,967%

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