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FMI pede reformas no sistema financeiro chinês

O Fundo Monetário Internacional (FMI) pediu hoje à China que faça reformas profundas no seu sistema financeiro. Na primeira de 25 análises que o Fundo está a fazer à banca internacional, os economistas de Washington lembram que o risco sistémico está a crescer e que será necessária uma supervisão mais atenta nos próximos anos.

Pedro Romano promano@negocios.pt 15 de Novembro de 2011 às 08:52
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Para além da questão da regulação, o Fundo pediu reformas em mais três áreas de actuação: clarificação do papel do Estado na banca - neste momento, o Governo continua a dirigir uma parte do sistema financeiro -, maior liberalização da conta de capital e da taxa de câmbio e a criação de um mecanismo de resolução de crises bancárias "bem desenvolvido".

"O sistema financeiro chinês é saudável, mas há elementos de vulnerabilidade que têm de ser abordados pelo Governo. A experiência do FMI com outros países demonstra que, quanto mais rápido isto for feito, melhor", disse Jonathan Fiechter, director do departamento monetário e de mercados de capitais, o técnico que liderou a análise do Fundo.

O Fundo alerta, por exemplo, para o crescimento rápido da procura por crédito, que coloca a China em risco de se deparar com uma bolha especulativa - o sector imobiliário está no topo das preocupações - e para a emergência de cada vez maiores ligações entre os vários elementos do sistema bancário.

A este respeito, o FMI levou a cabo testes de "stress" que mostram, ao contrário do que o Governo tinha concluído, que um choque transversal a toda a banca pode ter efeitos sérios na solidez do sistema financeiro.






• An effective and properly skilled regulatory and supervisory framework

• A well developed financial stability and crisis management framework

• Further moves toward greater exchange rate and interest rate flexibility, and capital account liberalization

• A clearer role for the government in the financial sector.

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