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FMI revê em alta crescimento para Portugal em 2007

O Fundo Monetário Internacional reviu hoje em alta o crescimento económico para a economia portuguesa, antevendo um ritmo de 1,8% em 2007, o que representa um ritmo mais acelerado do que os 1,5% avançados pela instituição em Setembro do ano passado.

Susana Domingos sdomingos@negocios.pt 11 de Abril de 2007 às 15:06
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O Fundo Monetário Internacional reviu hoje em alta o crescimento económico para a economia portuguesa, antevendo um ritmo de 1,8% em 2007, o que representa um ritmo mais acelerado do que os 1,5% avançados pela instituição em Setembro do ano passado.

As previsões internacionais ficam em linha com as previsões do Governo, devendo assim manter-se a divergência face ao crescimento da Zona Euro, que deverá avançar 2,3% em 2007, de acordo com as novas estimativas do FMI, avançadas hoje no "World Economic Outlook".

Em 2008, a aceleração da economia portuguesa deverá continuar, prevendo um crescimento de 2,1%. Portugal deve, por isso, voltar a divergir dos seus parceiros comunitários em 2007 e 2008, completando sete anos consecutivos de afastamento.

A revisão em alta do crescimento previsto pelo FMI, foi também acompanhada por uma revisão em baixa da taxa de desemprego antecipada. Os especialistas do Fundo acreditam que a taxa de desemprego em Portugal baixe para 7,4% em 2007 e depois para 7,3% no ano seguinte.

A instituição internacional também subiu as estimativas para a Zona Euro em 2007 e 2008, passando dos anteriores 2%, para os actuais 2,3% anuais. A confirmarem-se estes resultados para 2007, a Zona Euro crescerá pelo segundo ano consecutivo acima do nível potencial.

A Alemanha, a maior economia da Zona Euro, é a que mais contribui para este aumento de estimativas, tendo sido alvo de uma revisão de 0,6 pontos percentuais nas previsões de crescimento, que são agora de 1,9%.

A Espanha, que nas estimativas do FMI sofre um abrandamento face a 2006, continua a ser uma das economias que mais contribui para o crescimento, com uma taxa de 3,6% em 2007, mais 0,6 pontos percentuais do que o apontado nas previsões de Outono.

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