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G20 com margem para ir além das boas intenções

A violência com que os tentáculos da crise do "subprime" nos Estados Unidos asfixiou o sistema financeiro mundial e a própria economia tornou premente o reforço da cooperação internacional ao nível da regulação e supervisão da actividade financeira, bem como a reforma das já obsoletas instituições internacionais criadas nos anos 40, em Bretton Woods, ainda sob o pendor da guerra: Fundo Monetário Internacional e Banco Mundial.

Susana Domingos sdomingos@negocios.pt 29 de Dezembro de 2008 às 00:05
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A violência com que os tentáculos da crise do "subprime" nos Estados Unidos asfixiou o sistema financeiro mundial e a própria economia tornou premente o reforço da cooperação internacional ao nível da regulação e supervisão da actividade financeira, bem como a reforma das já obsoletas instituições internacionais criadas nos anos 40, em Bretton Woods, ainda sob o pendor da guerra: Fundo Monetário Internacional e Banco Mundial.

As primeiras sementes para a reconversão já foram lançadas, durante a reunião dos líderes das 20 economias mais industrializadas do mundo e dos países emergentes (G20), realizada em Washington em Novembro.

O consenso só foi, contudo, conseguido no plano dos princípios, dada a disparidade de posições entre americanos e europeus, entre países industrializados e emergentes, bem como pela fragilidade de um dos mais relevantes intervenientes no processo, os EUA, já que o presidente eleito Barack Obama ainda não tinha tomado posse e o cessante, George W. Bush, pouca margem de manobra tinha para tomar decisões que afectem a liderança da nova Administração.


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