Saúde Governo autoriza INEM a investir 38,8 milhões de euros em meios aéreos

Governo autoriza INEM a investir 38,8 milhões de euros em meios aéreos

O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) tem luz verde para investir 38,75 milhões de euros até 2023 em serviços relacionados com meios aéreos.
Governo autoriza INEM a investir 38,8 milhões de euros em meios aéreos
Bruno Simão/Negócios
Raquel Murgeira 08 de março de 2018 às 16:51

O Governo autorizou ao Instituto um investimento de 38,750 milhões de euros entre 2018 e 2023 para inúmeros serviços que estejam ligados à utilização de meios aéreos. 


O Governo permitiu ao INEM a "aquisição dos serviços de disponibilização, locação, manutenção e operação de meios aéreos para a prossecução das missões públicas atribuídas ao Instituto" uma medida autorizada hoje, 8 de Março, em conselho de ministros.

 

De acordo com a Lusa, em 2017, os Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do INEM receberam cerca de 1,3 milhões de chamadas de emergência que foram transferidas pelo 112.

 

Estas chamadas deram origem ao accionamento de 1.269.196 meios de emergência, desde ambulâncias motas de emergência, viaturas médicas de emergência, reanimação e helicópteros, segundo o Instituto citado na Lusa.

 
Já o anterior concurso, lançado em Novembro e que acabou por receber uma anulação no início deste ano depois de duas propostas que ultrapassavam significativamente os 45 milhões de euros. Valor autorizado a ser gasto pelo INEM para alugar quatro helicópteros, segundo o Público.

No mesmo sentido, o INEM "fica ainda autorizado a proceder à despesa inerente à continuidade da prestação de serviço de helitransporte de emergência médica até à conclusão desse procedimento", refere o comunicado do conselho de ministros.

O INEM tem vindo a recorrer a ajustes directos desde o início deste ano para garantir que os serviços aéreos continuem a funcionar. Isto porque inicialmente eram três helicópteros e agora são quatro, um dos Kamov emprestado ao INEM pela Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) ficou indisponível, afirma o Público. 




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