Finanças Públicas Executivo prevê a criação de 150 mil empregos até 2019

Executivo prevê a criação de 150 mil empregos até 2019

O Governo espera que a economia nacional crie cerca de 150 mil empregos em três anos. É um ritmo anual mais baixo que o de 2016, mas conseguido com um maior contributo do sector privado.
Executivo prevê a criação de 150 mil empregos até 2019
Paulo Duarte/Negócios
Rui Peres Jorge 13 de abril de 2017 às 21:46
O Governo espera que a economia portuguesa crie 150 mil empregos entre 2017 e 2019, mostram os dados do Programa de Estabilidade 2017-2021. Este é um resultado de um crescimento de 1,3% no número de postos de trabalho em 2017, a que se seguem aumentos de 1% nos dois anos seguintes. O sector privado é o principal responsável pela criação de emprego.

O Governo aposta numa recuperação lenta mas sustentada da economia permita uma melhoria significativa da situação no mercado de trabalho nacional, apontando para uma queda continua da taxa de desemprego.

"O mercado de trabalho continuará dinâmico, com o desemprego a baixar para 9,9% em 2017, associado
a um crescimento do emprego de 1,3%. A produtividade do trabalho aumentará ao longo do horizonte de
projecção, com a incorporação de trabalhadores mais qualificados no mercado de trabalho. Os custos
unitários do trabalho crescem em linha com a evolução esperada para a área do euro, assegurando a
manutenção da competitividade-preço da economia nacional", lê-se no sumário executivo do Programa de Estabilidade.

Nas contas do ministério das Finanças, a economia acelera de 1,4% em 2016 para 1,8% este ano e continuando para crescimentos ligeiramente acima de 2% ao ano na viragem da década, o que permitirá que a percentagem da população activa sem trabalho a caia para os 9,9% em 2017, e continue a recuar para 7,4% até 2021.



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