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Governo admite análise de congelamento de progressões na função pública pelos sindicatos

O Governo admite que os sindicatos estejam a equacionar propor o congelamento das progressões automáticas na função pública, disse Ferreira Leite, acrescentando que «não há nenhuma situação tomada sobre a matéria».

Ana Torres Pereira atp@negocios.pt 07 de Janeiro de 2003 às 14:21
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O Governo admite que os sindicatos estejam a equacionar propor o congelamento das progressões automáticas na função pública, disse Ferreira Leite, acrescentando que «não há nenhuma situação tomada sobre a matéria».

No final da comissão parlamentar de Economia e Finanças, a ministra de Estado e das Finanças revelou aos jornalistas que «admito que essa análise (congelamento das progressões automáticas da função pública) esteja a ser pensada pelos próprios sindicatos».

No entanto, a ministra não confirma que essa medida já tenha sido tomada. «O Governo limitou-se a fazer contas no montante disponível para atribuir aumentos de vencimento, progressões e promoções, na administração», revelou a mesma fonte, escusando-se a adiantar o montante.

Nesta medida, o Governo deixou ao «critério (dos sindicatos) qual a forma para distribuir este montante», acrescentou Ferreira Leite, depois do «Diário Económico» ter noticiado que serão congeladas as progressões automáticas ou seja que os funcionários públicos vão deixar de ser promovidos automaticamente por anos de trabalho e passem a sê-lo por critérios de mérito.

O Governo irá reunir-se com os sindicatos para discutir sobre esta matéria.

As despesas com os funcionários públicos são o principal encargo do Estado, sendo que a ministra das Finanças tomou medidas como o congelamento da entrada de novos funcionários para travar a espiral de aumento de custos nesta área.

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