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Governo cria linha de crédito para sector agrícola e pecuário no valor de 50 milhões

O Conselho de Ministros aprovou hoje um decreto-lei que cria a linha de crédito para as empresas do sector agrícola e pecuário, no montante de 50 milhões de euros e que reforça a linha de crédito disponível para os sectores florestal e das agro-indústrias para 125 milhões de euros.

Negócios negocios@negocios.pt 10 de Dezembro de 2009 às 14:16
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O Conselho de Ministros aprovou hoje um decreto-lei que cria a linha de crédito para as empresas do sector agrícola e pecuário, no montante de 50 milhões de euros e que reforça a linha de crédito disponível para os sectores florestal e das agro-indústrias para 125 milhões de euros.

O comunicado emitido pelo Conselho de Ministros revela que este Decreto-Lei “permite o acesso das empresas do sector agrícola e pecuário, em condições mais favoráveis, a uma nova linha de crédito de 50 milhões de euros criada com juros bonificados”.


O diploma “destina-se especificamente ao sector agrícola e pecuário, de forma a facilitar o financiamento de operações de investimento, o reforço do fundo de maneio, a liquidação de dívidas ou reestruturação de créditos junto de instituições de crédito ou de fornecedores”, acrescenta a mesma fonte.

O comunicado explica que a “simplificação de procedimentos acrescida de condições privilegiadas no prazo de reembolso alargado até seis anos, autorizando até dois anos de carência de capital, é uma das mais-valias na adesão a este sistema, que será disponibilizado pelas Instituições de crédito que celebrem, para o efeito, um Protocolo com o IFAP, I.P. Antes, o prazo de reembolso era de três anos e a carência de capital era de um ano”.

Ao longo da duração do empréstimo é atribuída uma bonificação de juros, que será diferenciada em função da análise financeira da empresa e da sua notação de risco, e que varia entre 100% e 80% da taxa de referência para o cálculo de bonificações (TRCB), ou da taxa de juro praticada pela instituição de crédito, se esta for menor, acrescenta a mesma fonte.

Em simultâneo, a aprovação deste Decreto-Lei, “permite, ainda, concentrar a linha de crédito no sector florestal e agro-indústrias, onde a procura se mostrou mais intensa, aumentando para 125 milhões de euros o montante de crédito disponível para estes sectores”.

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