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Governo espanhol corta em 30% o salário dos gestores das empresas públicas

O governo de Espanha cortou hoje em 30% o salário dos gestores das empresas públicas. Nas grandes empresas o salário base máximo anual será de 105 mil euros.

Andreia Major amajor@negocios.pt 17 de Fevereiro de 2012 às 16:01
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O governo espanhol limitou para 105 mil euros anuais o salário base para os gestores das maiores empresas públicas, o que representa uma diminuição média entre 25 e 35% dos seus salários, de acordo com o “El Mundo”.

A porta-voz do governo, Soraya Sáenz de Santamaría, explicou hoje que os gestores das empresas médias terão um tecto salarial de 80 mil euros por ano, e os das pequenas empresas terão um salário máximo de 55 mil euros por ano.

Estes serão os limites dos salários base, aos quais serão acrescidos suplementos dependendo da posição ocupada. Os suplementos serão definidos pelo Ministério das Finanças e terão uma relação variável directamente relacionada com os objectivos atingidos.

As novas reformas do governo espanhol prevêem também a redução de 100 gestores no sector público empresarial, e limitam para 15 o número máximo de gestores que as grandes empresas públicas poderão ter. As empresas médias não poderão ter mais de 12 administradores e as pequenas não poderão ultrapassar os nove, de acordo com o "El Mundo".

Sáenz de Santamaría explicou que a medida pretende potenciar três princípios: “transparência, critérios aprovados para o pagamento de todo o sector empresarial público e limites a essas retribuições”. Além disso, a porta-voz do governo sublinhou que esses limites são “sensivelmente inferiores aos do sector privada para empresas do mesmo mercado”.

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