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Governo tomará ou proporá todas as medidas para que objectivos do PEC sejam cumpridos

O ministro da Economia, Vieira da Silva, garantiu hoje que o Governo "tomará ou proporá todas as medidas para que os objetivos do PEC sejam cumpridos", afirmando ser no próximo orçamento que essas medidas serão materializadas.

Governo tomará ou proporá todas as medidas para que objectivos do PEC sejam cumpridos
Lusa 22 de Setembro de 2010 às 16:42
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O ministro da Economia, Vieira da Silva, garantiu hoje que o Governo "tomará ou proporá todas as medidas para que os objetivos do PEC sejam cumpridos", afirmando ser no próximo orçamento que essas medidas serão materializadas.

"Portugal está a preparar e a Assembleia da República irá discutir o Orçamento do Estado para 2011 e esse orçamento é um espaço onde se corporizam as medidas necessárias, para que o compromisso muito importante que Portugal tem consigo próprio e com o exterior seja concretizado", afirmou o ministro na abertura do Portugal Tecnológico 2010, que decorre na FIL, em Lisboa.

Vieira da Silva reconheceu que a conjuntura económica "é muito difícil e muito exigente", mas garantiu que o Governo "tomará ou proporá todas as medidas para que os objectivos do PEC sejam cumpridos".

Confrontado com o valor do endividamento de 18 empresas públicas, apontado numa notícia hoje divulgada pelo Diário Económico, Vieira da Silva considerou ser necessária prudência.

"Julgo que temos de ter alguma prudência quando começamos a juntar números e a fazer destes números um problema. Obviamente que a dívida externa do país é um problema das empresas, das famílias e de toda a economia, ou seja, toda a dívida do Estado, quer a nível interno, quer a nível externo, também é um problema. Agora nem toda a dívida tem a mesma natureza", afirmou o governante.

"Os problemas que nós temos são dois: o primeiro é o de uma economia que tem a ver com o desequilíbrio externo e que se corrige com políticas de crescimento e de rigor. O segundo problema é aquele que se agravou de forma muito drástica com a crise económica, que é o problema das contas públicas, e esse corrige-se com o papel do Estado, ajudado pelo crescimento da economia", concluiu.

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