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Guindos anuncia que em 2014 haverá diminuição de impostos em Espanha

O ministro da Economia assegurou em entrevista à Reuters que os esforços orçamentais devem ser combinados com as reformas estruturais para favorecer o crescimento.

Jorge Garcia jorgegarcia@negocios.pt 27 de Fevereiro de 2013 às 11:57
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O ministro da Economia Luis de Guindos reafirmou que em 2014 a pressão orçamental vai diminuir. “São compromissos que temos. Temos de combinar este compromisso com a continuação dos esforços de consolidação orçamental. Creio que será positivo e possível nos próximos meses. A prioridade é combinar o corte nos impostos com o esforço de consolidação orçamental”. Sobre as eleições em Itália, Guindos defende que “não se deve prestar demasiada atenção à reacção dos mercados a curto prazo, porque têm sempre uma reacção exagerada”.

 

Guindos explicou que o programa de estabilidade e crescimento que será apresentado à Comissão no princípio de Abril mostrará as intenções económicas espanholas até ao final da legislatura, em 2015, e segundo noticia o “El País”. “Em 2013 a própria Comissão indicou que Espanha não tem que tomar mais medidas adicionais. Para 2014 e mais adiante, Espanha tem que apresentar e discutir os planos orçamentais para o futuro”.

 

Espanha encerrou 2012 com um défice público de 6,7% (sem ter em conta as ajudas à banca), face aos 9,4% registados em 2011 e depois de reduzir o chamado défice estrutural primário em 3,5 pontos do PIB (produto interno bruto), o equivalente a 35.000 milhões de euros.

 

Bruxelas, que reconhece a redução do défice em Espanha, poderia dar mais tempo ao país para cumprir com os seus compromissos, como reconheceu recentemente Olli Rehn, comissário para os assuntos económicos. Diversas fontes estimam que em Maio Bruxelas poderá conceder a Espanha mais um ou dois anos para alcançar as metas orçamentais.

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