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Guterres tem menos uma adversária na corrida à ONU

O caminho para António Guterres chegar ao topo da hierarquia das Nações Unidas está mais livre. A búlgara Kristalina Georgieva, vice-presidente da Comissão Europeia, anunciou que não está na corrida. Era uma das fortes candidatas ao lugar.

Reuters
Filipa Lino flino@negocios.pt 09 de Fevereiro de 2016 às 16:22
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Numa nota à imprensa, publicada na página oficial o Governo da Bulgária, o executivo de Sofia explica que numa conversa telefónica com primeiro-ministro Boyko Borissov, Kristalina disse que "a situação política na Europa, a crise dos refugiados, a discussão das reformas na União Europeia e as suas obrigações enquanto comissária responsável pelo orçamento e recursos humanos, requerem que dedique todo o seu tempo a essas questões", escreve o site EurActiv.com.

Kristalina Georgieva era apontada como uma das fortes candidatas ao cargo de secretário-geral das Nações Unidas uma vez que há um "acordo de cavalheiros" dentro da organização para que o sucessor de Ban Ki-moon seja uma mulher de Leste. A Bulgária poderá ainda apresentar a candidatura de Irina Bokova, actualmente a liderar a UNESCO.

A decisão de Kristalina Georgieva não se candidatar ao lugar na ONU surge depois de o ex-conselheiro especial de Ban Ki-moon e analista das Nações Unidas, Edward C. Luck, ter dito que António Guterres "estará, sem dúvida, entre os candidatos mais fortes a próximo secretário-geral da ONU".  

O Governo português já anunciou que vai apresentar o nome de António Guterres e a candidatura oficial deverá ser entregue ainda em Fevereiro. António Guterres foi até ao final do ano passado o alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados.

 

 

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