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INE pretende acelerar prazos de divulgação de estatísticas

O INE pretende acelerar os prazos de divulgação de estatísticas em 2002, de forma a alinhar com os seus congéneres europeus com melhores desempenhos, adiantou o novo presidente deste instituto, Pinho Gomes, na tomada de posse que decorreu esta manhã.

João Mata 16 de Julho de 2001 às 11:33
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O Instituto Nacional de Estatística (INE) pretende acelerar os prazos de divulgação de estatísticas em 2002, de forma a alinhar com os seus congéneres europeus com melhores desempenhos, adiantou o novo presidente deste instituto, Pinho Gomes, na tomada de posse que decorreu esta manhã.

«Propomo-nos, assim, convergir ao longo de 2002 para o padrão de prazos de disponibilização dos indicadores correspondentes à média dos três Estados membros (da União Europeia) com melhor desempenho», afirmou Paulo Jorge de Pinho Gomes, no seu discurso de tomada de posse como novo líder do INE.

Este responsável, que desempenhava até à data as funções de director regional do Norte do INE, será acompanhado na nova direcção, que estará em funções durante os próximos três anos, pelos vogais Carlos Fernando Barradas Alves e Armindo Manuel da Silva Carvalho.

Segundo o novo presidente da instituição, a estratégia do INE para o referido período irá passar pelo aprofundamento da «cooperação internacional aos mais diferentes níveis», bem como pelo estabelecimento de «parcerias com instituições nacionais oriundas do sector público e também do sector privado».

Pinho Gomes sublinhou a necessidade de «reequacionar os ciclos de produção de informação» do INE, estando a ser desenvolvidos quatro subsistemas de informação, nomeadamente sobre as famílias, as empresas, a construção e habitação e as cidades.

De acordo com o mesmo responsável, a racionalização da produção de estatísticas implica o «aprofundamento de um modelo integrado de captura de dados, aplicável a organismos da administração pública e às empresas», o que deverá ser facilitado pelos novas tecnologias.

O novo presidente do INE referiu ainda que, em termos de gestão estratégica, as prioridades daquele instituto serão o tratamento de dados relacionados com as contas nacionais trimestrais, as estatísticas trimestrais das administrações públicas, os indicadores de curto prazo, bem como as estatísticas do mercado de trabalho e do comércio internacional.

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