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Israel decide "intensificar" ataques a Gaza, que já provocaram pelo menos 43 mortos

Pelo menos 43 palestinianos já foram mortos e mais de 200 feridos desde o início da operação militar israelita na Faixa de Gaza, desencadeada na terça-feira e que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu pretende "intensificar".

Reuters
Lusa 09 de Julho de 2014 às 14:44

"Decidimos intensificar os ataques contra o Hamas e as outras organizações terroristas em Gaza", declarou Netanyahu após consultas com os responsáveis da Defesa do sul de Israel, segundo um comunicado do seu gabinete.

 

A operação "Margem Protectora", justificada pelo lançamento de 'rockets' em direcção a território israelita pelas milícias do Hamas, que controlam o enclave palestiniano, terá provocado esta quarta-feira, 9 de Julho, pelo menos 16 mortos, incluindo uma anciã de 80 anos e cinco crianças.

 

Foram ainda mortos três adultos e dois jovens, atingidos por disparos da aviação e artilharia naval israelita em diversas zonas da Faixa.

 

No ataque mais recente, cinco palestinianos foram mortos quando um míssil israelita atingiu uma habitação em Al-Maghazi, um campo de refugiados junto à costa e nas proximidades de Deir al-Balah. 

 

Antes, o exército judaico informou ter morto num ataque Abdula Dyifala, definido como alto responsável islamita e considerado um dos responsáveis pelo lançamento de 'rockets' contra Israel.

 

Um porta-voz militar limitou-se a referir que Dyifala foi abatido nas últimas horas durante uma operação conjunta das Forças Armadas e dos serviços secretos internos, sem especificar o local.

 

Combatentes palestinianos lançaram durante a noite 45 'rockets' contra diversas cidades do centro e sul de Israel, e que atingiram as distantes regiões em torno de Hedera e Jerusalém, mas sem provocar vítimas.

 

A aviação e marinha israelitas responderam com ataques a 160 alegadas posições islamitas no enclave, em ataque nocturnos que provocaram seis mortos.

 

Num incidente paralelo, cinco membros das brigadas "Azedim al-Kasem" morreram num recontro com forças hebraicas quando tentavam entrar através do mar em território de Israel.

 

Vários mísseis disparados desde Gaza foram ainda interceptados pelas baterias de escudo antimísseis "Iron Dome". 

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