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João Proença não foi incentivado pela CGTP a assinar o acordo, mas sim a negociá-lo

O secretário-geral da UGT disse que é totalmente falso que tenha sido incentivado por dirigentes da CGTP a assinar o acordo tripartido de concertação social.

Negócios negocios@negocios.pt 19 de Janeiro de 2012 às 18:25
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João Proença, líder da UGT, afirmou na Antena 1 que foi incentivado, por altos dirigentes da CGTP-IN, não socialistas, a negociar o acordo. A diferença está no verbo, já que foi incentivado a negociar o acordo, não a assiná-lo.

O sindicalista reafirmou que os contactos prévios à assinatura do acordo foram no sentido de prosseguir com as negociações de forma a alterar as medidas propostas, pois caso tal não acontecesse, não só haveria um clima de conflito absoluto, como seria colocado em causa o movimento sindical.

Hoje, o jornal “Público” noticiou, citando um alto quadro da central sindical liderada por Carvalho da Silva, que a CGTP estava a ponderar avançar com um processo-crime contra João Proença devido às suas declarações à Antena 1.

Em comunicado, a CGTP dizia repudiar “as declarações injuriosas e difamatórias hoje proferidas pelo Secretário-Geral da UGT - João Proença - à Antena 1, afirmando que tinha sido 'incentivado por altos dirigentes da CGTP-IN a negociar e assinar o acordo, uma vez que a Intersindical não o podia fazer'”.

Mas afinal João Proença falou em ser incentivado a negociar, o que é diferente de assinar. Recorde-se que as duas centrais sindicais, que organizaram uma greve conjunta no ano passado, tomaram decisões diferentes, já que a CGTP abandonou a concertação social e a UGT assinou o acordo tripartido.

Carvalho da Silva disse esta tarde que não existe qualquer problema entre a UGT e a CGTP, “apesar do "disparate dito por uma pessoa".
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