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Juros no crédito à habitação desaceleram em Julho

A taxa de juro implícita nos contratos de crédito à habitação, em Julho, fixou-se nos 3,681%, valor que representa uma desaceleração de 0,024 pontos percentuais face a Junho, divulgou o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Maria João Soares mjsoares@negocios.pt 01 de Setembro de 2005 às 15:00
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A taxa de juro implícita nos contratos de crédito à habitação, em Julho, fixou-se nos 3,681%, valor que representa uma desaceleração de 0,024 pontos percentuais face a Junho, divulgou o Instituto Nacional de Estatística (INE).

A desaceleração verificou-se nos três períodos de celebração de contratos analisados. A taxa implícita nos novos contratos, celebrados nos últimos 3 meses, registou uma desaceleração mensal de 0,034 pontos percentuais (p.p), tendo-se situado em 3,307%.

Nos contratos celebrados nos últimos seis meses, a taxa situou-se nos 3,272%, enquanto que nos celebrados nos últimos 12 meses foi de 3,309%.

«A descida mensal da taxa de juro implícita no conjunto dos contratos em vigor reflectiu-se nos três destinos de financiamento, "Aquisição de Terreno para Construção de Habitação", "Construção de habitação", e "Aquisição de habitação"», explica o INE.

O valor médio do capital em dívida no crédito à habitação aumentou 121 euros, face ao mês anterior, atingindo os 46.693 euros.

Nos contratos celebrados nos últimos três meses este valor é superior atingindo os 70.411 euros, mais 806 euros que em Junho.

No regime geral, o valor médio do capital em dívida registou um acréscimo mensal de 249 euros para 49.789 euros, enquanto no regime bonificado se verificou uma redução de 143 euros para 41.764 euros.

«Sublinhe-se que o montante médio do capital em dívida por contrato do Regime Geral manteve a tendência de crescimento observada nos últimos meses, enquanto a evolução do valor médio do capital em dívida nos contratos do Regime Bonificado acentuou a tendência descendente», acrescentou o INE.

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