Ambiente Limpeza do Tejo exige meios específicos e custa até 1,2 milhões de euros

Limpeza do Tejo exige meios específicos e custa até 1,2 milhões de euros

A operação de limpeza dos sedimentos no Tejo precisa de mais um mês para reunir todos os meios necessários e terá um custo entre 1 milhão e 1,2 milhões de euros, avançou hoje o ministro do Ambiente.
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Lusa 21 de fevereiro de 2018 às 11:46

A remoção dos 30 mil metros cúbicos de sedimentos no rio Tejo é um processo que "obriga a cuidados ambientais e demorará cerca de um mês" a ser possível reunir todos os equipamentos necessários, que não existiam nas entidades públicas, disse João Matos Fernandes.

 

O governante está a ser ouvido na comissão parlamentar do Ambiente, Ordenamento do Território, Descentralização, Poder Local e Habitação, a pedido do CDS e do BE, sobre a poluição do rio Tejo.

 

A 24 de Janeiro uma quantidade de espuma apareceu no rio Tejo, perto de Abrantes, levando à recolha de mostras que detectaram uma presença de elementos de celulose elevados.

 

A existência de cerca de 30 mil metros cúbicos de sedimentos exigiram a sua remoção, o que já se iniciou, tendo sido já retirados 60 metros cúbicos.

 

O ministro explicou que estão a ser adquiridos vários equipamentos específicos para esta operação como mangas de aspiração com quilómetros de dimensão que "não havia".

 

Em resposta a questões dos deputados, nomeadamente de Heloísa Apolónia, do Partido Ecologista os Verdes (PEV), acerca do investimento necessário para esta operação, o ministro avançou que está estimado entre um milhão de euros e 1,2 milhões de euros.

 

A operação global de limpeza "tem uma estimativa entre um milhão de euros e 1,2 milhões de euros e será paga através do Fundo Ambiental", salientou João Matos Fernandes.

 

"É obrigação nossa e temos de o fazer depressa. Vamos pagá-la numa primeira fase", como foram pagas outras operações de remoção de resíduos, como S. Pedro da Cova o Cachão, defendeu.

 

O ministro do Ambiente referiu que se trata de problemas ambientais graves e o Governo não deixará de tentar resolver o assunto.

 

"Havendo culpa de alguém, não deixaremos de procurar ser ressarcidos", garantiu.

 




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comentários mais recentes
Anónimo 21.02.2018

Era só o que faltava ser o contribuinte a suportar essa despesa! a minha alma está parva...

SECA SEVERA 21.02.2018

O País está em SECA SEVERA em Fevereiro , o INCOMPETENTE do ministro assobia para o lado como se nada se passasse, DEPOIS quando confrontado com o problema ( Que deveria ter atempadamente evitado e mitigado) VEM COM AQUELA DESCULPA de que quando tem um problema não anda a culpar mas a resolver

Isto é que vai uma seca ! 21.02.2018

E quem paga ? os poluidores ? os responsáveis por deixarem poluir ? ou o contribuinte ? Não há meio de chover para o incompetente do ministro vir anunciar que o problema"ESTÁ RESOLVIDO "

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