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Mário Soares só se pronuncia sobre o caso das escutas quando for chamado

O ex-Presidente da República, Mário Soares, recusa-se a comentar o caso das alegadas escutas à Presidência da República. O responsável diz que enquanto "membro do Conselho de Estado devo pronunciar-me quando for chamado e não antes".

Germano Oliveira 24 de Setembro de 2009 às 13:16
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O ex-Presidente da República, Mário Soares, recusa-se a comentar o caso das alegadas escutas à Presidência da República. O responsável diz que enquanto “membro do Conselho de Estado devo pronunciar-me quando for chamado e não antes”.

Questionado sobre a demissão de Fernando Lima de assessor do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, devido à polémica das escutas, Mário Soares recusou pronunciar-se.

“Não reajo. Estou calado e à espera. Porque na qualidade de membro do Conselho de Estado devo pronunciar-me quando for chamado e não antes”, afirmou o responsável à margem do doutoramento 'Honoris Causa' de Luís Portela, na Universidade do Porto.

"Está tudo para se ver. Ainda não sabemos sequer se o Fernando Lima foi demitido ou não. Ainda não saiu em Diário da República. Vamos lá ver o que é que dá e o que se vai passar com o director do Público, que já disse umas coisas um bocado desagradáveis."


Acrescentando que “sobre o Presidente da República não falo”.

Questionado sobre o impacto deste caso na campanha eleitoral para as legislativas, Mário Soares disse que “o povo português está a perceber, talvez pela primeira vez que Sócrates não é aquilo que o pintavam e que dizem dele. Não é uma pessoa arrogante e desonesta.”

“É uma pessoa séria, que tem feito muito pelo País, mas que apanhou uma crise mundial que não se compara com qualquer outra”, acrescentou.

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