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Mais fundos é a face mais visível da mudança

A crise expôs de forma muito clara a falta de estofo financeiro do Fundo Monetário Internacional para fazer face a choques financeiros globais. E expôs também o evidente desequilíbrio de poderes das instituições criadas em Bretton Woods face à emergência de potências económicas como a China.

Susana Domingos sdomingos@negocios.pt 24 de Setembro de 2009 às 00:01
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A crise expôs de forma muito clara a falta de estofo financeiro do Fundo Monetário Internacional para fazer face a choques financeiros globais. E expôs também o evidente desequilíbrio de poderes das instituições criadas em Bretton Woods face à emergência de potências económicas como a China.

Na reunião do G-20 de Londres, realizada em Abril, os líderes mundiais acordaram reforçar em 850 mil milhões de dólares os recursos financeiros do FMI e flexibilizar os instrumentos de concessão de empréstimos a países em dificuldades. A 28 de Agosto, foram alocados os 250 mil milhões de dólares, através dos "direitos especiais de saque" (a divisa do FMI), dos quais cerca de 100 mil milhões tiveram como destino os mercados emergentes.

Quanto à reforma do FMI, que envolve a revisão das quotas dos membros bem como uma maior rotação na liderança da instituição (até aqui dividida entre a Europa e os EUA), a alteração só deverá estar concluída em Janeiro de 2011. Até agora 32 países, que representam 61,3% dos votos no FMI, já concordaram com a reforma.
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