Educação Manuais escolares mais baratos: Governo e Porto Editora confirmam negociações

Manuais escolares mais baratos: Governo e Porto Editora confirmam negociações

Tudo indica que o preço dos manuais escolares vão baixar no próximo ano lectivo. As negociações entre o Ministério da Educação e a associação do sector prosseguem, confirmaram o Governo e a Porto Editora ao Negócios.
Manuais escolares mais baratos: Governo e Porto Editora confirmam negociações
Bruno Simão
Rui Neves 25 de janeiro de 2016 às 14:19

O Ministério da Educação deu seguimento às negociações iniciadas pelo anterior governo com vista à revisão do acordo assinado com a Associação de Livreiros e Editores, que tem como grande objectivo a redução dos preços dos manuais escolares a partir do ano lectivo de 2016/2017.

Subscrito em 2012, o acordo prevê um aumento fixo anual de 2,6% para os livros escolares do básico e secundário, o que se traduziu num aumento do preço dos manuais em cerca de 20 euros nos últimos três anos.

O que o Governo quer agora, à semelhança do que tem acontecido em muitas outras áreas, é reverter a situação, voltando a vigorar o que existia antes da convenção: a indexação dos valores dos manuais à taxa média anual de inflação, conforme avança o Diário Económico na edição desta segunda-feira, 25 de Janeiro.

"Confirmamos que as negociações estão a decorrer e que vão no sentido de que alguma coisa se altere já no arranque do próximo ano lectivo", adiantou ao Negócios fonte oficial do gabinete do ministro Tiago Brandão Rodrigues (na foto).

Paulo Rebelo Gonçalves, porta-voz da Porto Editora também confirmou ao Negócios que a associação do sector está a negociar com o Governo, mas não quis detalhar a revisão do acordo. "Enquanto houve negociações, não iremos prestar declarações sobre esta matéria", afirmou o responsável da maior editora portuguesa. 




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