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Maria Luís Albuquerque: Regresso ao mercado está a evoluir “muito favoravelmente”

Ministra das Finanças sublinha que o retorno ao financiamento em mercado está a evoluir de forma muito favorável, o que é visível pela descida das taxas de juro.

Bruno Simão/Negócios
Rita Faria afaria@negocios.pt 26 de Fevereiro de 2014 às 10:10
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“Portugal está a prestes a concluir o programa de assistência financeira, que começou há três anos, em circunstâncias particularmente difíceis”, disse a ministra das Finanças no colóquio "A União Bancária e o Financiamento da Economia Portuguesa". Contudo, Maria Luís Albuquerque defende que o processo de regresso aos mercados evolui “muito favoravelmente”, o que é visível pela descida das ‘yields’ associadas à dívida pública nacional.

 

“Melhores condições de financiamento do Tesouro significam melhores condições de financiamento para bancos e grandes empresas. E melhores condições de financiamento para os bancos traduzem-se em melhorias para as PME”, explicou.

 

Sobre a união bancária, Maria Luís Albuquerque considera-a “o passo mais urgente no processo de fortalecimento da área do euro”. “Portugal tem estado completamente empenhado, conscientes que estamos da necessidade de ultrapassar os constrangimentos no financiamento das empresas nacionais”, acrescentou a ministra.

 

De acordo com a responsável das Finanças, o projecto será uma garantia que estaremos no pós-crise “mais competitivos e mais fortes”. “A concretização da união bancária permite-nos almejar um crescimento sustentável e inclusivo”, concretizou.

 

Maria Luís Albuquerque destacou que o processo de união bancária terá um impacto positivo no financiamento das empresas nacionais, que constituiu um dos grandes entraves ao crescimento da economia portuguesa.

 

“A persistência da fragmentação nos mercados financeiros no euro leva a custos de financiamento substancialmente diferentes” para empresas equivalentes só porque “estão sediadas em sítios diferentes”, explicou a ministra das Finanças. “A persistência destes diferenciais reduz a capacidade de investimento das empresas nacionais”.

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