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Mercado de produtos em segunda-mão expande-se

Segundo um estudo realizado pelo Observador Cetelem, o mercado de produtos em segunda-mão está a expandir-se. Este género de comércio favorece a consolidação do chamado "consumidor-actor".

Joana Gonçalves jgoncalves@negocios.pt 19 de Abril de 2010 às 18:04
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Segundo um estudo realizado pelo Observador Cetelem, o mercado de produtos em segunda-mão está a expandir-se. Este género de comércio favorece a consolidação do chamado “consumidor-actor”.

O estudo sobre “comportamentos do consumidor face à crise” revelou que 30% dos consumidores europeus já comprou um automóvel usado e 40% declaram-se dispostos a fazê-lo futuramente.

Para o consumidor, o mercado em segunda-mão, é simultaneamente “uma compra astuta, que permite aceder a produtos de gama superior, um bom meio de consumir mais, mas também um risco relativamente à qualidade do produto”, segundo o estudo.

Os resultados do estudo permitiram concluir que os níveis de intenção superam os níveis da compra de produtos em segunda mão.

“Os mercados de segunda mão permitem fazer economias ou até mesmo ganhar dinheiro e são acima de tudo o novo símbolo de um “consumidor-actor” informado, disposto a desviar-se dos canais de distribuição clássicos para maximizar o seu poder de compra”, de acordo com o estudo.

Os alemães e os britânicos são os que mais consomem produtos em segunda mão, em comparação com o resto da Europa.

No entanto, o estudo mostra que os portugueses e os polacos estão a consumir cada vez mais produtos usados. Embora actualmente, os polacos pratiquem muito pouco este género de comércio, mostram-se muito receptivos à revenda futura de artigos em segunda mão.

Os portugueses, mais de um em cada dois declara que será vendedor de produtos electrónicos, culturais, electrodomésticos e mobiliário, percentagem que atinge 71% no que diz respeito ao sector automóvel.

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