Segurança Social Ministro diz que visões opostas entre PS e PSD sobre Segurança Social dificultam acordos

Ministro diz que visões opostas entre PS e PSD sobre Segurança Social dificultam acordos

O ministro com a pasta da Segurança Social, Vieira da Silva, admitiu que as visões opostas entre PS e PSD sobre a área que tutela dificultam eventuais futuros acordos, assegurando que o PS não vai mudar de alianças.
Ministro diz que visões opostas entre PS e PSD sobre Segurança Social dificultam acordos
Vieira da Silva, ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.
Lusa 24 de fevereiro de 2018 às 17:51

À margem de uma conferência sobre "Economia Social e os desafios dos Pós 2020", no âmbito da iniciativa PS de Portas Abertas, que se realiza este sábado, 24 de Fevereiro, em Lisboa, o ministro Vieira da Silva foi questionado pelos jornalistas sobre a notícia avançada pelo semanário Expresso que dá conta de que António Costa e Rui Rio querem fechar dois acordos até ao verão, um deles sobre fundos comunitários e outro sobre a descentralização.

 

"Sabemos que na área da Segurança Social existem distinções significativas entre as visões que ambos os partidos têm, ou pelo menos tiveram no passado. Não conhecemos em detalhe qual é a posição da nova liderança do PSD, mas relembremos que foi com o governo do PSD e do CDS que foram propostas medidas como o corte das pensões em pagamento", respondeu, quando questionado sobre eventuais acordos futuros na área que tutela.

 

Recordando que "o Governo do PS, apoiado pelos seus parceiros parlamentares, tem uma posição oposta" a esta do PSD, Vieira da Silva acrescentou: "Não creio que isso facilite".

 

No entanto, o ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social referiu que "disponibilidade para conversar, para encontrar convergências quando elas forem necessárias existe agora como existiu sempre".

 

"Parece que agora também existe do lado PSD. Vamos ver", disse apenas.

 

Desconhecendo a existência de qualquer "acordo consubstanciado" entre PS e PSD, Vieira da Silva sublinhou que "o Governo é apoiado no parlamento por uma maioria que se formou precisamente para apoiar uma mudança de políticas" e que essa relação, que é "a principal do ponto de vista político, não está em causa".

 

"O Governo não vai, nem o PS, mudar de alianças. Agora o debate parlamentar, o debate político não se esgota nas maiorias parlamentares e há aspectos da nossa vida colectiva nos quais o Governo sempre identificou a necessidade de consensos o mais alargados possível", observou.

 

Questionado se na área da Segurança Social é essencial ter o PSD ao lado, Vieira da Silva foi peremptório: "Não, é essencial ter os portugueses ao lado".




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comentários mais recentes
A geringonça foi uma dádiva de Deus.Sorte do Povo 25.02.2018

Confio mais neste homem do que todo o PSD.

Este zarolho pensa que fala para acéfalos 24.02.2018

Daqui a 15 anos não há dinheiro para pagar reformas...
Isto é a verdade, verdadeira, que ninguém quer dizer, pois estão a contar não estar por aqui. Os futuros pensionistas que se lixem, não os preocupa, o horizonte do zarolho é ter votos suficientes em 2019. A próxima geração que se lixe...

Pedroso 24.02.2018

Ui! Este velho não diz a verdade. Não confio nele nem um milímetro. O que ele quer fazer com o dinheiro da Santa Casa é um bom exemplo do artista que é.

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