Justiça MP pede prisão preventiva para casal Couto e domiciliária para Miguel Costa Gomes

MP pede prisão preventiva para casal Couto e domiciliária para Miguel Costa Gomes

O Ministério Público pediu a prisão preventiva para Joaquim Couto e Manuela Couto, arguidos do processo "Teia", que corre no Tribunal de Instrução Criminal (TIC) do Porto.
MP pede prisão preventiva para casal Couto e domiciliária para Miguel Costa Gomes
Laranja Pontes (presidente do IPO/Porto), Joaquim Couto (presidente da Câmara de Santo Tirso) e a mulher Manuela Couto, e Miguel Costa Gomes (presidente da Câmara de Barcelos).
Lusa 01 de junho de 2019 às 21:29

O Ministério Público pediu, este sábado, 1 de junho, a prisão preventiva para Joaquim Couto e sua mulher Manuela Couto, arguidos do processo "Teia", que corre no Tribunal de Instrução Criminal (TIC) do Porto, informou fonte judicial.

 

O presidente da Câmara de Santo Tirso e a mulher, a empresária Manuela Couto, são os principais visados pelo procurador, que pede ainda a prisão domiciliária com pulseira eletrónica para Miguel Costa Gomes, presidente da Câmara de Barcelos.

 

As defesas vão contestar a partir das 21:30.

 

O anúncio das medidas de coação será na segunda-feira às 14:00.

 

O anúncio coincidiu com a libertação do presidente do IPO do Porto, Laranja Pontes, cerca das 20:20 tendo, contudo, de pagar uma caução de 20 mil euros, informou a mesma fonte.

 

A "Teia" centra-se nas autarquias de Santo Tirso e Barcelos bem como no Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto, relacionando-se com "viciação fraudulenta de procedimentos concursais e de ajuste direto", segundo um comunicado da Diretoria do Norte da Polícia Judiciária, o órgão de polícia criminal que apoia o Ministério Público nesta investigação.

 

Detidos pela Polícia Judiciária na quarta-feira, no âmbito desta operação, foram os presidentes das câmara de Barcelos, Miguel Costa Gomes, e de Santo Tirso, Joaquim Couto, o presidente do IPO/Porto, Laranja Pontes, e a empresária Manuela Couto, mulher de Joaquim Couto, administradora da W Global Communication, que já tinha sido constituída arguida em outubro, no âmbito da operação Éter, relacionada com o Turismo do Norte.

 




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