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Mundo tenta criar nova ordem financeira

A actual crise económica e financeira tornou visíveis as fragilidades e as falhas das entidades de supervisão e regulação do sector financeiro. Instituições como a Securities and Exchange Commission (SEC), regulador do mercado norte-americano, estão hoje sob duras críticas por não terem evitado o colapso de bancos, como o Bear Stearns e o Lehman Brothers, ou por não terem travado casos fraudulentos, como o de Bernard Madoff.

Ana Luísa Marques anamarques@negocios.pt 29 de Dezembro de 2008 às 00:01
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A actual crise económica e financeira tornou visíveis as fragilidades e as falhas das entidades de supervisão e regulação do sector financeiro. Instituições como a Securities and Exchange Commission (SEC), regulador do mercado norte-americano, estão hoje sob duras críticas por não terem evitado o colapso de bancos, como o Bear Stearns e o Lehman Brothers, ou por não terem travado casos fraudulentos, como o de Bernard Madoff.

Para evitar crises como a que o mundo vive desde Julho do ano passado, exige-se agora uma nova ordem financeira, onde a regulação terá, inevitavelmente, um papel muito mais activo.

Entretanto, o regulador norte-americano já adoptou novas regras para as agências de classificação de dívida, acusadas de estarem na origem da crise do crédito, por não terem alertado para os riscos dos instrumentos financeiros ligados ao crédito imobiliário de alto risco nos Estados Unidos ("subprime"). De acordo com as novas regras da SEC, estas agências são obrigadas a revelar mais informação sobre a forma como definem os "ratings" de produtos complexos.

Na União Europeia (UE), as agências de notação de risco vão ser obrigadas a revelar os modelos, as metodologias e as hipóteses em que se baseiam para definir os "ratings". A UE pretende ainda que a actividade seja controlada pelos supervisores europeus.

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