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“Não faz sentido o Estado andar a pedir esmola ou a fazer favores à custa dos empresários”

O ministro da Economia, Vieira da Silva afirma que se as empresas estiverem em condições de absorver o impacto da subida do IVA em 1%, que amanhã entra em vigor, o devem fazer. Em resposta a esse apelo, o chairman da Sonae, Belmiro de Azevedo, não deixa margem para dúvidas. “Numa empresa dele talvez”, enfatizou.

João Carlos Malta joaomalta@negocios.pt 30 de Junho de 2010 às 15:08
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O ministro da Economia, Vieira da Silva afirma que se as empresas estiverem em condições de absorver o impacto da subida do IVA em 1%, que amanhã entra em vigor, o devem fazer. Em resposta a esse apelo, o chairman da Sonae, Belmiro de Azevedo, não deixa margem para dúvidas. “Numa empresa dele talvez”, enfatizou.

Belmiro de Azevedo pensa que as empresas não devem suportar nova subida de impostos e justifica.”A Sonae paga rigorosamente, “on time”, os impostos devidos. Não deve pagar mais nem menos, deve pagar tudo. Não faz sentido o Estado andar a pedir esmola ou a fazer favores à custa dos empresários. Já há encargos fiscais enormes”, disse o chairman da Sonae, à margem da apresentação do novo edifico da empresa, o “Sonae Maia Business Center”, evento em que esteve também presente Vieira da Silva.

Já o ministro da Economia esclareceu que na sua perspectiva há empresas com “mais condições do que outras” para absorver o impacto de subida do IVA e que respeitará todas as decisões. Ainda assim sublinhou que “todas as [empresas] que tiverem condições para o fazer, sem pôr em causa a sua sustentabilidade, faz sentido que o façam e seria bom para a nossa economia”.

Vieira da Silva mostrou-se esperançado que “o impacto não seja tanto como esse 1% indica, mas há situações diferenciadas e estamos preparados para isso”.

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