Política O MAMAOT acabou. O MEE deixou cair um “E”. O Governo acabou com os “superministérios”

O MAMAOT acabou. O MEE deixou cair um “E”. O Governo acabou com os “superministérios”

O grande ministério de Assunção Cristas foi dividido em dois. O de Álvaro Santos Pereira foi repartido em três e perdeu o “tutor”. Passos Coelho aproveitou a remodelação para acabar com os ministérios gigantes, por muitos considerados ingovernáveis. Em contrapartida, a Solidariedade Social ganha poderes.
O MAMAOT acabou. O MEE deixou cair um “E”. O Governo acabou com os “superministérios”
Diogo Cavaleiro 23 de julho de 2013 às 22:13

O MAMAOT acabou. O MEE deixou cair um “E”. São mudanças de siglas que representam o fim dos “superministérios”. Uma opção de Pedro Passos Coelho inscrita na remodelação apresentada ao Presidente da República esta terça-feira, 23 de Julho.

 

O ministério que abarcava a Agricultura, o Mar, o Ambiente e o Ordenamento do Território (MAMAOT) foi dividido em dois. Assunção Cristas mantém sob sua tutela uma delas: a Agricultura e o Mar.

 

Já Jorge Moreira da Silva integra o Executivo para ficar com o Ambiente e o Ordenamento do Território. O número dois do Partido Social Democrata, apesar de ficar com parte de um “superministério”, ainda recebe uma pasta diferente: a Energia. Até aqui, esta correspondia a uma secretaria de Estado, liderada por Artur Trindade, que se encontrava inserida na Economia.

 

A Energia sai, assim, do Ministério da Economia e do Emprego (MEE). Além de sair a Energia e de cair o ministro Álvaro Santos Pereira, o ministério perde o Emprego, que é transferido para a Solidariedade e Segurança Social. Pedro Mota Soares é o novo ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social.

 

Pires de Lima deixa a presidência da Unicer para assegurar o novo e mais "vazio" Ministério da Economia. Restam pastas como o Empreendedorismo, Transportes e Turismo.

 

A nova orgânica do Executivo representa um recuo por parte de Passos Coelho que, no início da legislatura, optou por grandes ministérios para reduzir o número de ministros e mostrar que estava a cortar nas despesas do Estado. 




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