Economia Organismos geneticamente modificados requerem "política única"

Organismos geneticamente modificados requerem "política única"

"Hipócrita", é como Jaime Piçarra, secretário-geral da IACA - Associação Portuguesa dos Industriais de Alimentos Compostos para Animais qualifica a política de Bruxelas sobre os organismos geneticamente modificados (OGM).
Celso Filipe Isabel Aveiro 10 de dezembro de 2010 às 00:01
Não é uma questão de advogar o seu uso, justifica, é uma questão de coerência. Se os órgãos de decisão da União Europeia querem ser exigentes quanto à introdução no cultivo e no comércio de produtos geneticamente modificados, devem fazê-lo. Mas, sublinha, devem então estender esse grau de exigência também a todos os bens finais ou para processamento industrial que vêm de países terceiros para o espaço comunitário.



"Deve haver uma política única", defende Jaime Piçarra, que recorda que os maiores concorrentes da UE em matérias-primas - EUA, Brasil e Argentina - são igualmente os maiores concorrentes da UE em produto final pronto a consumir. A diferença é que a concorrência permite os OGM - no caso dos EUA, é uma opção de há anos. E, em termos de consumo, a legislação norte-americana não requer, ao contrário da europeia, a menção de utilização de OGM em nenhum dos elos da produção.









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