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Partido dos Reformados quer fim das taxas moderadoras

O cabeça de lista pelo Porto do Partido Unido dos Reformados e Pensionistas (PURP), Fernando Loureiro, afirmou que o partido quer o fim das taxas moderadoras na saúde e reduzir as despesas do Estado.  

Lusa 15 de Setembro de 2015 às 07:36
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"Vamos tentar acabar, se possível, com as taxas moderadoras porque há pessoas que nem dinheiro têm para comer", afirmou o dirigente em entrevista à agência Lusa, tendo acrescentado que o PURP quer "moralizar a política e os políticos".

 

Afirmando que se "gasta dinheiro em demasia em diversas actividades", Fernando Loureiro, considerou também que existem deputados e gestores públicos que "auferem ordenados e mordomias que não são consentâneos com os cerca de quase três milhões de reformados que ganham menos de 500 euros de reforma".

 

Com um orçamento de campanha de oito mil euros, o PURP quer "chamar a atenção das pessoas" para a necessidade terem uma voz junto da Assembleia da República, "alguém que esteja do lado deles [da população] desinteressadamente, que faça sentir a essas pessoas que não estão desamparadas, que não estão sozinhas".

 

"É esta mensagem que eu quero passar para todo o tipo de pessoas, que pensem em nós, porque nós não estamos cá para ganhar dinheiro, [nem] para fazer carreira política, face às nossas idades", vincou, acrescentando que a função do partido é captar os votos dos abstencionistas e dos indecisos, bem como dos trabalhadores precários.

 

Fernando Loureiro criticou os orçamentos de campanha dos grandes partidos, que considerou "um absurdo". Quanto aos programas eleitorais, o líder do PURP considerou que "não passam de projecções" que falham caso haja "um problema qualquer internacional".

 

Também as privatizações feitas pelo actual Governo valeram as críticas de Fernando Loureiro, que considerou que "foi tudo vendido, e ao desbarato".

 

"Neste momento só temos o Palácio de Belém para vender, o Mosteiro dos Jerónimos, foi tudo vendido e mais, ao desbarato", afirmou.

 

Na opinião do cabeça de lista, o partido está mais forte nos círculos de Braga, Porto, Aveiro, Lisboa e Setúbal.

 

O PURP é o mais recente partido político português, legalizado pelo Tribunal Constitucional a 13 de Julho, e concorre a 20 dos 22 círculos eleitorais.

 

 

Dados essenciais do PURP

Fundadação: Fundado por António Mateus Dias, reformado da empresa ANA, e Fernando Loureiro, reformado da banca. O PURP foi legalizado a 13 de julho de 2015 pelo Tribunal Constitucional.

 

Líder: Órgãos nacionais do partido ainda não foram escolhidos.

 

Histórico eleitoral: Concorre pela primeira vez a eleições.

 

Legislativas 2015: Apresentou listas de deputados em 20 círculos eleitorais, ficando de fora os círculos de Bragança e da Madeira.

 

Página do partido: www.purp.pt/

 

'Link' para o programa eleitoral ainda não está disponível.

 

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