Política Passos: “Em Portugal são relativamente poucos os cidadãos que pagam impostos”

Passos: “Em Portugal são relativamente poucos os cidadãos que pagam impostos”

As injustiças que o Governo quer corrigir são provocadas, em parte, pelo facto de apenas 40% dos portugueses pagarem impostos, e porque muitos fogem ao Fisco. É injusto, diz Passos Coelho.
Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios Miguel Baltazar/Negócios

O primeiro-ministro e presidente do PSD considera que há poucos portugueses a pagar impostos em Portugal. “Em Portugal são relativamente poucos os cidadãos que suportam o pagamento dos impostos”, mas apesar disso, “todos beneficiam da resposta pública”. “O encaixe que o Estado tem através do IRS deixa de fora uma parte muito significativa dos cidadãos”, observou Pedro Passos Coelho. 

 

Passos reconhece que isso sucede porque os portugueses “recebem pouco”. “Mas por isso é que

O encaixe que o Estado tem através do IRS deixa de fora uma parte muito significativa dos cidadãos.
 
Pedro Passos Coelho

temos de ter uma economia que ofereça mais oportunidades para todos. Não é justo que seja apenas uma fatia de 40% dos portugueses a pagar IRS, porque 60% não paga, apesar de ter acesso universal à saúde e à educação”, mesmo sem pagar impostos directos.


“E depois há muitos que deviam pagar os seus impostos e não pagam, porque não declaram as suas actividades”, lamentou. “Ora, nós temos a obrigação de corrigir estas injustiças, não há nada mais social-democrata do que isso”, afirmou.

Antes, Passos Coelho garantira que “o que deve orientar o ideal da social-democracia é a igualdade de oportunidades e não o privilégio, mesmo o pequeno privilégio”.

 




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