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Passos acusa PS de falsas promessas e aponta como meta ter mais câmaras

O presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, acusou na sexta-feira à noite o PS de fazer uma campanha autárquica de falsas promessas e apontou como meta do seu partido ter mais câmaras do que os concorrentes.

5.º- Pedro Passos Coelho
Primeiro-ministro cai dois lugares na tabela. A negociação com a troika foi transferida para Portas.
Lusa 21 de Setembro de 2013 às 11:12
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"O PSD estabeleceu como meta a única meta ambiciosa que podia ter nestas eleições, que é ter mais câmaras municipais do que os nossos concorrentes", afirmou Pedro Passos Coelho, durante um jantar comício na vila da Malveira, no concelho de Mafra.

 

Perante perto de três mil pessoas, segundo a organização, o presidente do PSD completou: "Portanto, ganhar as eleições significa para nós ter mais câmaras municipais para poder, de uma forma simbólica, aspirar à presidência da Associação Nacional de Municípios".

 

Antes, Passos Coelho manifestou "orgulho em poder ajudar a fazer esta campanha eleitoral sem fazer falsas promessas que não teriam possibilidades de ser cumpridas".

 

Numa alusão ao PS, o presidente do PSD alegou que "alguns acharão mais fácil captar a atenção dos eleitores e dos cidadãos dizendo 'vamos descer os impostos, vamos aumentar as despesas sociais' ou, como aqui há dias o doutor Marco António Costa disse, e muito bem, 'vamos baixar o preço da bilha de gás'".

 

Para "alguns", prosseguiu Passos Coelho, "tudo tem servido para poder criar no país a falsa ilusão de que tudo está resolvido e que agora isto vai ser um mar de rosas". Logo de seguida, observou: "As rosas que nos governaram deixaram-nos muitos espinhos no passado".

 

No seu discurso, o chefe do executivo PSD/CDS-PP responsabilizou a anterior governação socialista pelas dificuldades actuais.

 

Passos Coelho disse que nenhum português "desejaria que se aumentassem impostos ou que se reduzissem salários ou mesmo pensões para que pudéssemos ultrapassar as nossas dificuldades", acrescentando: "Pois bem, a conta aparece sempre muito depois da irresponsabilidade".

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