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Passos argumenta que a mobilidade geográfica é exigida pela troika

O primeiro-ministro argumentou que é necessário alargar a mobilidade geográfica no Estado para "adequar os recursos humanos às necessidades da administração pública".

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O reforço da mobilidade geográfica na Administração Pública consta do memorando da troika, afirmou hoje Passos Coelho, salientando que as medidas apresentadas aos sindicatos são necessárias para adequar os recursos humanos às necessidades do Estado.

O objectivo das propostas apresentadas aos sindicatos é "fazer o que não foi feito até hoje: dispor de um mecanismo que faça coadunar os nosso recursos humanos às necessidades que administração tem para prestar aos serviços que são necessários", defendeu o primeiro-ministro.

Em resposta, António José Seguro sugeriu que o Governo pretende, por esta via, reduzir o número de funcionários. "É a política do 'quem está mal que se mude'", afirmou.

Passos Coelho argumentou então que o reforço da mobilidade geográfica consta do memorando da troika e que esta foi a forma encontrada pelo Governo para a concretizar.

"A revisão e o reforço das regras de mobilidade está prevista no memorando de entendimento. Já nos vamos habituando a que o PS para cada medida que está nomemoraado diga que concorda genericamente mas que discorda das escolhas do Governo para as concretizar", afirmou Passos Coelho.

"Que regras incluia [o PS] para concretizar o objectivo do memorando relaivamente à mobilidade geográfica na administração pública?" questionou o primeiro-ministro.

O Governo enviou na terça-feira aos sindicatos da Função Pública uma proposta que prevê novos mecanismos de mobilidade geográfica entre cidades distantes.

O Governo argumenta que as regras actuais, que fazem depender situações como esta do acordo com o trabalhador, são insuficientes.

A proposta será hoje debatida em reuniões do secretário de Estado da administração Pública, Hélder Rosalino, com as três estruturas sindicais.
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