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Passos Coelho atribui ameaça da UGT à proximidade do 1º de Maio

O primeiro-ministro atribuiu à proximidade do 1º de Maio o "debate" sobre o acordo de concertação social e ameaça da UGT de denunciar o acordo, mostrando-se aberto a reunir com os parceiros sociais.

Lusa 18 de Abril de 2012 às 20:21
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"Penso que a data do 1.º de Maio pode gerar algum tipo de debate a nível doméstico mas nós estamos a implementar o programa num processo de consenso", afirmou Pedro Passos Coelho hoje em Londres, durante uma conferência de imprensa após um encontro com o homólogo britânico, David Cameron.

O primeiro-ministro comentava a ameaça na véspera do secretário-geral da UGT, João Proença, de denunciar o acordo de concertação social se o Governo não o cumprir, adiando as medidas para o crescimento e o emprego.

"O consenso entre o governo, as empresas e os sindicatos foi muito importante para a implementação do programa de ajustamento", enfatizou Passos Coelho, que disse que os ministros estão "permanentemente abertos para monitorizar a implementação do acordo".

"Eu e o ministro da Economia estamos empenhados em ter as reuniões necessárias com os sindicatos e as empresas para assegurar que o processo permaneça uma resposta política consensual à situação", concluiu.

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