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Passos Coelho: "Não há memória de um acordo abranger a CGTP"

O primeiro-ministro diz que "é preciso relativizar" o abandono da CGTP nas negociações entre o Governo e os parceiros sociais. Isto porque diz, "não há memória de um acordo abranger a CGTP".

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 16 de Janeiro de 2012 às 13:38
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Passos Coelho garante que o Governo tem criado "condições que permitam" chegar a um acordo com os parceiros sociais.

"Veremos se conseguimos atingir ou não" esse acordo, afirmou aos jornalistas depois de Carvalho da Silva ter anunciado que abandonou as negociações com o Governo.

Carvalho da Silva afirmou que o documento em discussão significa um retrocesso e revelou que a proposta de aumento do horário de trabalho em meia hora caiu. "O subsídio de desemprego leva uma porrada monumental", argumenta o líder da CGTP, numa altura em que um acordo tripartido parece estar mais próximo.

"Não há memória de um acordo abranger a CGTP e a própria central sindicatal tem-se colocado de fora de qualquer acordo" na medida em que nem aceita acordos externos, nomeadamente o que foi acordado com a troika, afirmou Passos Coelho.

"É preciso relativizar" este abandono das negociações, considera o primeiro-ministro.

"Temos investido muito nesse diálogo e esperamos que ele possa ser bem sucedido", adiantou.
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