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Passos diz que "silêncios ensurdecedores" visam Costa e a Segurança Social

O presidente do PSD afirmou esta segunda-feira que os "silêncios ensurdecedores" a que se referiu no domingo visavam o líder do PS e a reforma da Segurança Social, vincando que ainda não está esclarecido o corte nas prestações sociais.

Pedro Passos Coelho é o 3.º Mais Poderoso 2015
Disse “não” a Ricardo Salgado e desencadeou uma ruptura histórica nos poderes do regime. O GES faliu, o BES ficou como “banco mau” e a PT voltou a ser uma pequena empresa de telecomunicações portuguesa agora nas mãos de franceses. Viu um ex-primeiro-ministro ser preso. E as sondagens apontam para o que nem Passo poderia esperar há um ano – a possibilidade de voltar a sair vencedor nas legislativas. A crise grega revelou contudo que o poder de Passos está sistematicamente ameaçado pelas tempestades do euro.
Lusa 21 de Setembro de 2015 às 14:00
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"Nós já iremos hoje para o quinto dia sobre o debate e continuamos a não ter um esclarecimento do líder do maior partido da oposição quanto à forma como está a prever a introdução de condição de recursos para as prestações solidárias. Todos os dias temos chamado a atenção para esse problema e todos os dias há um silêncio que é, de facto, ensurdecedor", afirmou Pedro Passos Coelho quando questionado sobre a que se referiu no domingo à noite.

 

Confrontado com o facto de ter referido esses "silêncios ensurdecedores" num passo da sua intervenção em que estava a falar do BES e da necessidade de se acabar com privilégios, Pedro Passos Coelho respondeu que estava a rematar uma intervenção sobre a "independência do Estado", nomeadamente dos grupos económicos, e sobre a importância das grandes reformas, sobretudo a da Segurança Social, e que o silêncio a que se referia "tem a ver com as duas coisas".

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