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Paulo Portas e Pires de Lima destacam números "encorajadores" do emprego

O ministro da Economia diz que aumento do emprego é "bastante positivo" e Paulo Portas destacam que os números são "encorajadores" e mostram que há mais confiança na economia.

Sara Matos/Negócios
Lusa 16 de Junho de 2015 às 13:47
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O ministro da Economia considerou hoje bastante positivo que a diminuição da taxa de desemprego esteja a ter correspondência no aumento do emprego, que segundo o Eurostat subiu 1,4% no primeiro trimestre, face ao mesmo período de 2014.

 

"Merece regozijo que a taxa de desemprego esteja a diminuir, [embora] esteja neste momento nos 13%", afirmou o ministro da Economia, António Pires de Lima, em declarações aos jornalistas em Sófia, na Bulgária, onde está a acompanhar uma visita de Estado do Presidente da República àquele país.

 

Reconhecendo que se trata ainda de "uma taxa muito alta", Pires de Lima sublinhou, contudo, que "também é bastante positivo que esteja a ter correspondência no aumento do emprego".

 

"Portugal foi o sexto país da União Europeia a 28 que mais viu crescer o emprego ao longo deste primeiro trimestre de 2015", acrescentou.

  

Portas diz que números da criação de emprego são "encorajadores"

 

O vice-primeiro-ministro Paulo Portas considerou que os números relativos à criação de emprego são "encorajadores" e mostram que há mais confiança na economia.

 

"Os números que saíram hoje sobre a criação de emprego são evidentemente encorajadores", declarou Paulo Portas aos jornalistas após uma visita à Vinexpo (Salão Internacional do Vinho e Bebidas Espirituosas).

 

"Quer dizer que Portugal está num ciclo de crescimento económico que está a acelerar a criação de emprego", salientou o vice-primeiro-ministro, destacando que o ritmo foi superior à média da zona euro e superior à própria média europeia: "enquanto no primeiro trimestre deste ano Portugal cresceu 0,7% do ponto de vista do emprego a média da zona euro é 0,1 e a média europeia é 0,3%".

 

Portas justificou a criação de emprego com o facto de haver "nitidamente mais confiança na economia" e de o investimento ter disparado, frisando "que o investimento é a condição da criação de emprego".

 

"São as empresas quando investem - e só investem quando confiam - que criam emprego. É isso que está a acontecer embora saibamos que temos de acelerar", disse Paulo Portas

 

O governante reconheceu que Portugal precisa de "crescer mais do que os outros" porque partiu de um ponto mais atrasado, mas considerou que os números relativos à criação de emprego são mais importantes do que os do desemprego "porque têm uma aproximação mais directa à vida das pessoas".

 

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