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Paulo Portas defende que nem "tudo ficará igual"

O vice-primeiro-ministro foi o escolhido para encerrar o debate sobre o Estado da Nação, concentrando-se nas medidas de inversão de austeridade. Sobre a crise do ano passado, nem uma palavra.

Pedro Elias/Negócios
Nuno Aguiar naguiar@negocios.pt 02 de Julho de 2014 às 19:07
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"Portugal é um País mais livre, economicamente e socialmente. Os portugueses podem ter mais esperança no futuro do que há um ano", afirmou Paulo Portas, na sua intervenção no debate, embora tenha reconhecido que "esta mudança não foi um acontecimento trivial". Foi um "esforço extraordinário dos nossos concidadãos".

 

Ao longo do seu discurso repetiu por várias vezes: "tudo ficará igual?" Usou-a para se referir a três medidas do Governo: o aumento do salário mínimo, à reposição dos salários dos funcionários públicos e à nova legislação para as pensões. Para as três também disse que "mais vale um pássaro na mão do que dois a voar".

 

"É um caminho gradual, mas seguro", argumentou o vice-primeiro-ministro, que elogiou "o razoável, depois de tanta excepção".

 

Durante todo discurso, Portas comparou o actual Estado da Nação com a situação de 2013. Contudo, nunca mencionou que há um ano o Governo atravessava a mais grave crise desta legislatura, envolvendo a sua demissão e do ministro das Finanças.

 

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