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Pensões em Portugal vão sofrer terceiro maior corte da Europa

Portugal é o país da União Europeia onde os incentivos para permanecer mais dois anos no mercado de trabalho serão mais elevados, revela um relatório da Comissão Europeia, segundo a edição de hoje do "Diário de Notícias".

Negócios negocios@negocios.pt 10 de Março de 2009 às 08:46
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Portugal é o país da União Europeia onde os incentivos para permanecer mais dois anos no mercado de trabalho serão mais elevados, revela um relatório da Comissão Europeia, segundo a edição de hoje do “Diário de Notícias”.

Segundo o jornal, o prémio não é, contudo, suficiente para anular a quebra que as novas regras vão provocar nas pensões dos portugueses, uma das mais acentuadas dos 27 países da União Europeia.

O Relatório Conjunto sobre a Protecção Social e a Inclusão Social, um dos documentos ontem discutido em Bruxelas, mostra que os portugueses com uma carreira de 40 anos que se reformarem aos 65 anos em 2046 vão receber uma pensão que corresponde, em média, a 71% do último salário líquido. É a chamada taxa de substituição, que, quando comparada com o salário bruto, vai ficar pelos 54,7%. Poderão estar nesta situação os jovens de 20 e poucos anos que estão a entrar no mercado de trabalho.




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